A morte do sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Adriano Pereira de Sousa, de 36 anos, durante uma operação policial na capital fluminense, repercutiu entre familiares e amigos de São Domingos do Cariri e da região. Apesar de ter nascido e sido criado no Rio de Janeiro, o policial era descendente de famílias tradicionais do Cariri paraibano. Ele deixa dois filhos.
Adriano era filho de Lianeide e Noval. Sua mãe, Lianeide, é natural do Sítio Pau Ferro, em São Domingos do Cariri, e neto de dona Terezinha. Já seu pai, Noval, é natural do Sítio Mares, zona rural de São João do Cariri.
De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro, o sargento morreu durante uma operação realizada por equipes do 9º Batalhão de Polícia Militar (Rocha Miranda), na Comunidade Faz Quem Quer, localizada no bairro de Rocha Miranda, Zona Norte da cidade.
Segundo a corporação, o policial foi atingido durante um confronto com criminosos que atuam na região. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Central da Polícia Militar, no bairro do Estácio, mas não resistiu aos ferimentos.
O sargento Adriano Pereira de Sousa ingressou na Polícia Militar do Rio de Janeiro em 2011 e era lotado no 9º BPM. Ao longo da carreira, também atuou no Batalhão de Polícia de Choque, uma das unidades especializadas da corporação.
A notícia da morte causou comoção entre familiares que residem em São Domingos do Cariri, especialmente no Sítio Pau Ferro, onde vive pa maior parte de sua família materna. A tragédia também gerou manifestações de solidariedade de amigos e conhecidos da família na região.
Em nota oficial, a Polícia Militar do Rio de Janeiro lamentou a morte do sargento e informou que equipes intensificaram o policiamento na área da ocorrência, dando continuidade às ações para localizar e prender os envolvidos.
Até o momento, não haviam sido divulgadas informações sobre o velório e o sepultamento do policial.
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